Na condição de acadêmico, somo minha atenção às do colega Renê de Rossini Rossi. De fato, temos todos que estar atentos aos passos que estão sendo dados nesta campanha da OAB-GO. A autarquia extrapola a alçada dos advogados e, para mim, a OAB é do povo, dada a sua importância e abrangência. Lógico que é a representação mais consolidada que existe e isto se deve, em parte à formação de seus representados e, noutro quadrante, pela vontade guerreira de seus cabeças. Caro amigo Renê, você, melhor que eu, sabe: onde há poder, há disputa e onde há disputa, há baixaria. Tem razão o amigo quando delata o desdenho que uns usam como expediente. Eu, por exemplo, mesmo na simples condição de acadêmico, ou seja, ainda não votante, tenho recebido chuvas de e-mails. Alguns são muito bem-vindos, pois me são mandados por amigos. Já outros, confesso, nem os abro temendo serem até vírus. Detalhe: é pancadaria pura o conteúdo de tais e-mails. O que me assusta é que tem muito advogado que não sabe nem escrever. Espero que, por tudo que está acontecendo, o advogado-eleitor tenha consciência e vote na chapa que melhor se adapte à sua demanda. Aliás, sendo sincero, eu não acredito muito
11 de nov. de 2009
Vendo as eleições OAB através dos olhos do Renê
9 de nov. de 2009
UNIMED É UNIMED

Acompanhado pelo diretor,
ele passa por um quarto e um homem masturba-se ferozmente.
A situação era meio constrangedora
e o fiscal pede uma explicação ao diretor do hospital,
então ele explica.
- Trata-se de uma doença rara.
Este paciente produz uma quantidade anormal de esperma
e é obrigado a masturbar-se quatro vezes ao dia,
para evitar que seus testículos explodam.
O fiscal se satisfaz com a resposta e prossegue a visita.
Mais adiante, ele vê um paciente sentado numa cama
com uma enfermeira muito boazuda ajoelhada,
aplicando-lhe uma bela sessão de sexo oral.
- Exijo uma explicação para esta imoralidade
num hospital tão bem conceituado como este,
irrita-se o fiscal...
O diretor responde:
- É o mesmo problema do paciente anterior,
só que este tem Unimed.
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From Helena Leandra
6 de nov. de 2009
Honduras é ensaio chavista
Através de estudos acadêmicos e dos veículos midiáticos, pode-se dizer que a crise política instalada em Honduras é reflexo de sua fraca condição econômica. Honduras é o segundo país na escala de pobreza da América, perdendo somente para o Haiti. Face a isto o presidente Manuel Zelaya buscou abreviar as dificuldades financeiras de seu país com a “mão amiga” do colega Hugo Chávez, através da ALBA (Alternativa Bolivariana Para as Américas). Como amigos sempre influenciam comportamento, Zelaya deu um tiro no pé ao tentar fazer referendo para mexer na Constituição de Honduras, almejando prolongar-se no poder. Ocorre que o Congresso, a Suprema Corte e as Forças Armadas hondurenhos foram mais ágeis e no dia 28 de junho, data do referendo sobre a reforma da Constituição, Zelaya foi detido por militares e conduzido, ainda de pijamas, à Costa Rica em asilo político. O presidente do Congresso de Honduras, Roberto Micheletti, assumiu a Presidência e disse que não houve golpe de Estado e que o processo que destituiu Zelaya do cargo foi "absolutamente legal". Ato contínuo, em 30 de junho, a Assembléia Geral da ONU aprovou em sessão extraordinária com os 192 países-membros uma resolução unânime de repúdio ao golpe de Estado em Honduras e exigiu restauração imediata e incondicional do presidente Zelaya. No dia 21 de setembro, Zelaya foi refugiado na Embaixada Brasileira,
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