26 de dez de 2009

O sentimento é o movimento daquilo que ocorre entre coração e pensamento

Não ter td tempo disponível faz com que cada segundo se torne gota de ouro. Já sei que no final vou descobrir que a única razão é viver e não apenas raciocinar.

15 de dez de 2009

Ao meu dileto amigo Dr Rogério Pancinha Gonçalves, do blog OQUECOMI.BLOGSPOT.COM



Cara, agora que fui entender a sua fixação naquela carne de panela que eu fazia, nos áureos tempos da Psi. Confesso que achei meio estranho você fazer gancho justo numa comida. Pensei: este Pancinha não tem jeito, um tempão que a gente não se vê e o cara me pergunta de carne de panela... hahaha...


Tava lendo suas postagens. Seu blog (http://OQUECOMI.BLOGSPOT.COM) é uma delícia, dá até fome. Muito fera e, pode apostar, vai virar referência.


O que me intrigou é porque eu fazia outros pratos e a carne de panela deve ter lhe despertado pela questão exótica. Eis o meu “insight” de agora.


Putz, conversar com colega psicólogo e ainda por cima culinarista dá nisto... Bom demais ter te visto lá em Piri. De repente podemos marcar um tour gastronômico por aí.


Vou indicar seu blog ao meu amigo virtual Afonso Lopes, ele faz comida no twitter e deixa todo mundo com fome...


Abração, Pancinha!
A professora pergunta aos seus alunos:
Se existem 5 passarinhos num ramo e você atira e mata um,quantos sobram?
Nenhum! - Responde Joãozinho - todos saem voando com o barulho do tiro.
A professora fica surpresa com a resposta:
Não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto do seu jeito de pensar.
Eu posso fazer uma pergunta para a senhora? Pediu Joãozinho.
Pode, Joãozinho.
Existem 3 mulheres sentadas num banco tomando sorvete. Uma está lambendo, outra está chupando e a terceira está mordendo.Qual delas é a casada?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente: A que está chupando.
Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto do seu jeito de pensar

Sistema Operacional do Casamento



Prezado técnico, Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado [Bebê.exe] que ocupa muito espaço no HD.

Por outro lado, o [Esposa 1.0] se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo.

Aplicativos como [Cerveja_Com_ A_Turma 0.3], [Noite_De_Farra 2.5] ou [Domingo_De_ Futebol 2.8], não funcionam mais, e o sistema trava assim que eu tento carrega-lo novamente.

Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (ví­rus) chamado [Sogra Trojan] aparece, encerrando Abruptamente a execuções de um comando.

Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0] quando estou rodando meus aplicativos preferidos.

Sem falar também que o programa [Sexo 5.1] sumiu do HD...

Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o [Noiva 1.0], mas o comando [Uninstall.exe] não funciona adequadamente.

Poderia ajudar-me? Por favor!

Ass: Usuário Arrependido


RESPOSTA:

Prezado Usuário, Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão [Noiva 1.0] para [Esposa 1.0] com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário.

Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: É um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema!

É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão [Noiva 1.0] porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1.0] como o
[Filhos.dll] , que não poderiam ser deletados, também ocupam muito espaço, e não rodam sem o [Esposa 1.0].

É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao [Noiva 1.0] porque [Esposa 1.0] não foi programado para isso.

Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar a [Noiva Plus] ou o [Esposa 2.0], mas passaram a ter mais problemas do que antes (leia os capítulos. Cuidados Gerais referente a Pensões Alimentícias e Guarda das crianças do software [CASAMENTO].

Uma das melhores soluções é o comando [DESCULPAR.EXE /flores/all] assim que aparecer o menor problema ou se travar o micro.... Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar).
Para melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0] aconselho o uso de
[Flores 5.1], [FÉrias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3].

Os resultados são bem interessantes! Mas nunca instale [Secretária_De_ Minissaia 3.3], [Antiga_Namorada
2.6] ou [Turma_Do_Chopp 4.6], pois não funcionam depois de ter sido instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis no sistema.

Com relação ao programa [Sexo 5.1] esquece! Esse roda quando quer.

Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o [Esposa 1.0] a orientação seria: NUNCA INSTALE O [Esposa 1.0] sem ter a certeza de que É capaz de usá-lo!


Agora.... Boa sorte!

"Não adianta se preocupar com coisas sobre as quais você não tem controle.
Quanto às coisas sobre as quais você tem o controle, faça algo para resolvê-las, em vez de ficar se preocupando."


Stanley G. Allyn

ARTIGO PUBLICADO - Raiser e sua mania de proteger o meio ambiente






O assunto mais badalado internacionalmente é a reunião sobre mudanças climáticas de Copenhague. Porém, o que mais me impressiona é nossa idéia besta de que o mundo vai acabar somente no futuro e não já. Pensando nisto, trago uma pequena passagem que ilustra um desses momentos, em que contribuímos para detonar o mundo aqui mesmo, neste exato instante. O fato aconteceu com um dileto amigo, João Ricardo Raiser, administrador de empresas e poeta nas horas vagas.



Passeando pelo centro de Goiânia, o João inventa de comprar um fone de ouvido numa conhecida loja de eletrônicos e fotografias. Entrou e fez a sua escolha. Ao que o vendedor foi embalar o produto, Raiser, um cara consciente e ligado às questões ambientais, logo advertiu:



- Meu amigo, não precisa colocar em sacolinha de plástico, agradeço.



Satisfeito com a compra, João se dirige ao caixa e, daí, a moça que iria receber o pagamento pergunta:



- Quer uma sacolinha?



Raiser novamente se justifica:



- Não, minha querida, muito obrigado, prefiro não usar estas sacolinhas e meu carro está bem ali.



Compra feita e paga, ao sair Raiser se interessa por uma máquina fotográfica. E qual não foi a sua surpresa quando se vê seguido pelo gerente da loja. Raiser portava o fone numa mão e a nota fiscal na outra, quando é abordado:



- Tudo bem? Quer que eu mande embalar sua compra? Vou pedir uma sacolinha de plástico.



Raiser, novamente responde:



- Não precisa, muito obrigado, mas não sou adepto a usar sacolinhas de plástico por causa da degradação ao meio ambiente.



Insiste o gerente, para espanto de Raiser:



- Meu senhor, não se trata de querer ou não querer usar sacolinha de plástico, mas é norma da loja, tem que usar.



Raiser, um cara instruído, não acreditou naquilo que ouvia:



- Como é que é?



E o gerente:



- Isso mesmo, coloca esse fone nesta sacola.



Raiser, já meio consternado, tem nova surpresa. O gerente lhe entrega uma sacola de plástico tamanho extragrande. Raiser insiste:



- Meu amigo, uma compra que posso carregar na mão, sem uso de plástico, e você está me dizendo que sou obrigado a usar sacola e ainda mais desse tamanho? O que é isto afinal, alguma pegadinha?



Cara-dura o gerente não arreda pé:



- É ordem do dono, senhor! Tem que colocar seu aparelho nesta sacola se quiser sair da loja.



Irritado com a fala do gerente, antes mesmo de poder dizer qualquer coisa, Raiser é abordado pela mãe, que estava fazendo compras numa loja ao lado. Sem querer polemizar perante sua genitora, Raiser foi obrigado a passar batido naquela questão.



Infelizmente, querido leitor, é isto o que acontece e a maioria de nós acaba cedendo para evitar constrangimento. Raiser tem toda razão: sacolinha de plástico é uma agressão tremenda à natureza. O problema é que muitos lojistas estão pouco se lixando para meio ambiente, são uns egoístas, pensam apenas em lucro. Fazem da sacolinha o seu mini-outdoor ambulante, nada mais.



Cabe a nós, pessoas individuais, não pensarmos apenas no que as maiores potências poluidoras fazem ou deixam de fazer, pois logo a badalação de Copenhague esfria e tudo volta à mesmice. Façamos diferente, vamos dar o exemplo, vamos juntos repensar nossos hábitos. Vale a pena, acredite! E, por favor, diga não à sacolinha de plástico.

14 de dez de 2009

Carpe Natalis!


Mensagem que recebi do meu amigo Walter Carlos Lemes Junior e que compartilho com os que freqüentam este blog.

Muitas festas e alegria a todos!

“Muitos são os amigos que vêm, mas poucos são os que ficam. Porque ser amigo é mais que uma companhia, é ser companheiro. Ser amigo é mais que abraçar, é passar num abraço todo o amor e carinho. Ser amigo não é estar presente em todos os momentos, mas fazer-se presente quando necessário. Ser amigo é mais do que ser otimista, é ser convincente. Ser amigo é mais que sair para curtir nos fins de semana, é estar presente tanto nos momentos tristes quanto nos felizes. Ser amigo não é perdoar tudo, é saber relevar e compreender, quando possível, as falhas dos outros. Ser amigo é mais que olhar junto na mesma direção, é olhar um para o outro e ver todos os defeitos e as qualidades e amar os amigos pelos defeitos e as qualidades. Ser amigo é se preocupar com o outro e não se importar em ouvir quando está pronto para sair ou quer ficar sozinho: "Vem aqui, por favor, estou precisando de você" e ir mesmo, com vontade de ficar, sem se arrepender disso. Ser amigo é ser a esperança de alguém. Ser amigo é ser a luz, é ser o guia, o protetor de alguém. Ser amigo é ser amor, porque ser amigo não basta gostar ou querer bem. Para ser amigo tem que saber amar e saber a pureza e a doçura da palavra amor. Para ser amigo tem que saber se doar e sentir a felicidade do reconhecimento do amigo. A felicidade do olhar terno e tímido, do abraço forte e agradecido. Ser amigo é sentir-se amado por amar e ser feliz com o amor de alguém. Ser amigo é começar ajudando e terminar sendo ajudado, porque amizade é uma troca. Ser amigo é ser o companheiro de alguém, é ser o que faltava para que tudo fosse perfeito. Hoje acordei com esse sentimento de dizer aos meus amigos o quanto os amo!! Desde já desejo a todos ótimas festas de fim de ano, saúde, felicidade, dinheiro e o mais importante: AMIZADE sempre! Tamo juntos e misturados... como diz o "LATINO"... Abraços pra quem for de abraço e beijos pra quem for de beijos e se tiver alguma moça que quiser um algo mais, sério cai matando que tô solteiro... hehehehhehe”

11 de dez de 2009

Tão boba que chega a ser engraçada!‏

From Lorenna Lonyeh

From minha amiga Márcia Mendonça


Tente outra vez

Não consigo achar muita graça quando estou com a cabeça cheia de atribulações e, como se isto não bastasse, às vezes, ainda tenho que conviver com adversidades dentro da minha própria equipe de trabalho. É complicado conviver com gente frustrada e empacada. Aliás, deve ser até pleonasmo falar que gente frustrada é empacada, pois o frustrado é, por natureza, empacado, invejoso, desgraçado... Se cada um cuidasse dos seus afazeres, tenho certeza que o mundo seria uma maravilha. Daí, todos poderiam rir e se cumprimentar de maneira feliz e sincera. Odeio riso falso. Que dias melhores venham e que as maçãs podres caiam logo do galho e virem esterco, seu fim, já que não conseguem ter outra finalidade.

10 de dez de 2009

Trabalho em equipe: sinergia ou castigo?

A vida sem exame é indigna de um homem – Machado de Assis. Se você trabalha em equipe, sabe o significado das palavras: exame, teste, resistência. Dependendo do ambiente de trabalho, você aprende com os colegas e cresce. Porém, em se tratando da natureza humana, pode ocorrer literalmente o inverso: ao invés de sinergia, uns buscam é envenenar as relações sociais. É difícil lidar com quem trabalha na contramão, pois a frustração (maçã podre) é contagiante. Rememorando Lavoisier: na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Em miúdos, nada sai do nada. Ou seja, aquele que não cumpre sua função, achando-se o maioral ou aquele que não se aprimora e trata emprego como expiação, pode apostar, logo estará fora do mercado de trabalho. O bom mesmo é conviver com equipe motivada e integrada, onde cada um tem o seu papel e é profissional naquilo que faz, desde serviços gerais aos mais especializados. Por outro lado, é deprimente trabalhar com quem coloca o trabalho como castigo, pois este tipo de pessoa vê defeito em tudo e só sabe choramingar. A pessoa idiota não olha a sua própria situação, não busca melhorar, vive é querendo degradar o outro, submetê-lo, puxar o tapete, pois não enxerga a sua fraqueza, a sua falta de capacitação, a sua falta de dedicação. E, muitas vezes, o feitiço vira contra o feiticeiro, ao invés de submeter faz é subjugar, avaliar errado e, fatalmente, coloca-se em maus lençóis. Porém, mais intricado ainda é quando você trabalha em ambiente uns esquecem que estão todos no mesmo barco, no mesmo patamar. Sem falar da falta de etiqueta, “doença” que acomete principalmente os que se acham únicos, blindados, excelsos, pois pensam que podem até berrar que estão garantidos. Faceiro engano, pois a Psicologia Social ensina que o mais fraco é quem determina o desempenho do grupo. Soldado desmotivado é batalha perdida. Portanto, não tente ser “o cara” sozinho, lembre-se dos colegas; nem seja a lesma doente, que está sempre em atraso com tudo. Aos que se acham intocáveis, apurem-se, crises econômicas são excelentes justificativas para as peneiradas. Na verdade, trabalho é uma espécie de big brother: você está sendo avaliado o tempo todo e, às vezes, nem se dá conta disto. Fica esperto, não use apenas a lupa, use também o espelho. Como diria o meu amigo Raul Seixas: eu nasci/ há dez mil anos atrás/ e não tem nada nesse mundo/ que eu não saiba demais. Lembre-se: para cada dedo que você aponta, no mínimo três ficam voltados para você. Pense e cresça. Sucesso!

9 de dez de 2009

Potencialmente X Realmente

O pai estava vendo televisão tranquilamente, quando o filho, que brincava em sua frente, surge com uma pergunta:
- Pai, qual é a diferença entre potencialmente e realmente?
- O pai pensa um pouco e responde:
- Filho faz o seguinte; primeiro, pergunta a tua mãe se por 1 milhão de dólares ela faria amor com o Richard Gere.
Depois, pergunta a tua irmã se por 1 milhão de dólares ela faria amor com Brad Pitt.
E, finalmente, pergunta ao teu irmão se por 1milhão de dólares ele faria amor com o Tom Cruise. Quando me trouxer as respostas, eu te explico a diferença entre potencialmente e realmente.
Horas depois, o filho voltou e descreveu ao pai as respostas :
- A mãe disse que nunca pensou em te trair, mas que por 1 milhão de dólares, e com o Richard Gere, ela não pensaria duas vezes.
- A mana respondeu que seriam dois sonhos realizados de uma só vez. Dar uma com o Brad Pitt e ainda por cima ficar milionária.
- E, finalmente, meu irmão disse que por 1 milhão de dólares faria amor até com o Lula, quanto mais com o Tom Cruise!
Então o pai respondeu:
- Pois é isso, meu filho. Potencialmente, a nossa família tem condições de ganhar 3 milhões de dólares. Mas realmente o que temos, são duas putas e um viado!

From Odélio

7 de dez de 2009

Emprego versus falta de competência

Queria que o Brasil fosse um país de pessoas determinadas e objetivadas. Aqui em nosso continental país quase todo discurso gira em torno de emprego. Tem-se a impressão de que devemos ser compreensivos e não reclamar de nada, porque, do contrário, algum despreparado pode ser despedido. Na rua já desisti de tomar suco, pois sempre é o gosto do garçom que prevalece. Se você pede um suco de laranja sem açúcar, por exemplo, tem que explicar para o garçom porque gosta de suco sem açúcar. É como uma amiga me disse, que gostaria de poder sair do trabalho às 18 horas e ir ao shopping e ser bem atendida, sem ter quer que papear assunto puxado pelo vendedor. Quer dizer, despreparo é o que mais vemos no comércio. Pior que isto. Alguns lugares parecem até que o sujeito está nos fazendo um favor. Já ouvi muita ladainha de gente reclamando do emprego. Porém, nunca vi estas pessoas dedicando um segundo a melhorar desempenho ou se estruturar para mudar de cargo, subir de vida. Na verdade, vivemos ilhados por gente que gosta de reclamar e choramingar. Certas pessoas não têm um pingo de esforço, não têm nada de formação e nem procuram ter, e, num contracenso total, querem ser chefes, os augustos. Tenho pena de que pensa assim, pois sei que logo vão é perder o posto que ora ocupam. Quem quer mudar de vida, tem que ter estratégia, coragem, plano, disciplina. Reclamar só vai fazer com que as coisas piorem.

3 de dez de 2009

Claro que é dinheiro sujo.
Ou vc acha limpo um dinheiro que é colocado na meia, na cueca e sabe se lá em que buracos?
Credo!

1 de dez de 2009

OS GASES DA VELHINHA

A VELHINHA FOI AO MÉDICO

- DOUTOR, EU TENHO PROBLEMA COM GASES, MAS REALMENTE ISSO NÃO ME ABORRECE MUITO.

ELES NUNCA FEDEM E SEMPRE SÃO SILENCIOSOS.

EU VOU LHE DAR UM EXEMPLO CONCRETO: EU PEIDEI 20 VEZES, PELO MENOS, DESDE QUE ENTREI EM SEU CONSULTÓRIO.

APOSTO QUE VOCE NÃO SABIA QUE EU ESTAVA PEIDANDO PORQUE ELES NÃO FEDEM E SÃO SILENCIOSOS.

O MÉDICO APENAS DIZ:

- SEI, SEI... LEVE ESTAS PÍLULAS, TOME 4 VEZES AO DIA E VOLTE A SEMANA QUE VEM.


NA SEMANA SEGUINTE, A SENHORA REGRESSA.

- DOUTOR, EU NAO SEI QUE INFERNO DE REMÉDIO VOCE ME DEU, MAS AGORA MEUS PEIDOS, EMBORA AINDA CONTINUEM SILENCIOSOS, FEDEM TERRIVELMENTE.

- BOM SINAL, DIZ O DOUTOR.....
AGORA QUE CURAMOS SUA SINUSITE, E SEU OLFATO VOLTOU AO NORMAL, VAMOS CUIDAR DE SEU OUVIDO !!!



From Wulmar Filho

Joãozinho não perdoa...

A professora, gostosa pra caramba, entra de súbito no banheiro e surpreende Joãozinho se masturbando.

- Joãozinho!!!


- Oi, fessôra... cê num morre tão cedo …



From Alex Medeiros

ARTIGO PUBLICADO - Trânsito: Gerson se deu mal


Trânsito: Gerson se deu mal

Sinal fechado e, mesmo assim, o carro dobra a esquina em alta velocidade e numa cantada de pneu desvia da mãe. Porém, tal guinada não foi suficiente para evitar o estrago que fez ao passar por cima do filho, que, inocentemente, sinalizava à mãe que o sinal verde para pedestre havia se iluminado, lição que acabara de ser instruído. Horrorizada, a mãe deu um grito que ecoou por toda a cidade. Atônito, o anti-herói Gerson, no uso cotidiano de sua lei, tentou empreender fuga, mas se viu cercado por uma multidão, que, sem dúvida, pretendia linchá-lo ali mesmo, para vingar a tragédia. Neste momento, raios de lembranças percorreram a mente de Gerson, um filme de toda a sua vida de corridas pelas ruas de Goiânia passou pela sua cabeça numa fração de segundo. Natural de quem vê a morte chegar, aqueles raios deixaram Gerson paralisado até a alma, viu que de nada adiantava furar sinal se a próxima esquina estava trancada, pois foi fácil de ser alcançado, preso atrás de outros carros. Só então percebeu que existe, mesmo de forma precária, um espaço de tempo que determina a luz de cada sinaleira. Fura aqui e tem que frear logo ali. Agora sim, entendeu que não morava sozinho na metrópole e que outros também eram parte daquele todo, inclusive aquela criança que matara ali. Ofegante e na iminência de ser espancado, o anti-social, desarmado de sua arma diária de guerra, apeado de seu carro, jogado ao chão feito um bicho, Gerson enxergou a sua insignificância, viu-se o fraco, a ameba que era. Quem sempre se pautou por levar vantagem em tudo, entendeu que a sociedade era desorganizada por sua culpa, que ele sim, ele mesmo Gerson, era um dos imbecis que contribuem para a bagunça que é o trânsito. Pensou em clamar a Deus por sua vida, tamanho era o arrependimento, mas não se achou merecedor, pois havia acabado atropelar e matar. Matara um ser humano, uma criança. Que situação se formara! Sua imprudência acabou fazendo vítima um infante. Não teve salvação, o menino estava ali, estirado, naquele pavimento escaldante. Um rio de sangue escorria daquele pequeno corpo inerte. De piloto profissional, imaginário e egoísta, Gerson se viu um assassino, um matador, um açougueiro de gente. Pensou no inferno. Assassino indefeso se tornara, afinal sempre agiu daquela forma e nunca se preocupou em evitar. Era culpado. Não sabia que era um desajustado social, achava-se o senhor da razão, o posso-tudo-que-ninguém-me-pega, mas, naquela sangueira toda tinha uma certeza, sabia que se escapasse da morte iminente, não escaparia dos tribunais, nem da cara virada de familiares e amigos envergonhados, já que havia acabado de matar um ser humano. “Meu Deus”, pensou. Lembrou-se que também tinha filho pequeno. Gerson matou e morreu junto, pois sua vida acabara ali, assim como quaisquer sonhos e desejos daquele menino. Um choro dolorido e incessante irradiava daquela mãe, sua agonia contagiava a todos. Caras carrancudas lhe observavam, punhos fechados se aproximavam. Só assim Gerson, o anti-herói, o anti-social, o anti-paz, o anti-humano, o oportunista-idiota, viu o quão insignificante era e quanta desorganização causara. Morto naquela morte, Gerson, sem entender direito, desejou ser linchado para se expiar da culpa. Nem lágrimas lhe acudiam. Agora era tarde, não podia mudar o passado... Quantas vezes somos Gerson e nem somamos com isto?!


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